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Posts Tagged ‘relações_públicas’

Comentei aqui que participei da gravação de um videocast que fez parte do trabalho de conclusão de curso de uma turma de Design Industrial da Universidade Anhembi Morumbi e teve como tema a sustentabilidade. Parte o resultado deste trabalho está na TV Ingenium.

Participei do 3º episódio que esclarece o que é sustentabilidade, como o mercado empresarial a enxerga e como as iniciativas privadas, governamentais e não-governamentais (3º setor) podem engajar as pessoas nas causas de defendem (aqui que as mídias sociais podem entrar).

O entrevistadores são o Higor Franco e o André Bernadi. E a Letícia, repórter do Mercado Ético participa comigo do bate-papo.

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Assisti ao Roda Viva essa noite e fiquei de cabelo em pé!
Fiquei passada com a miopía e da falta de conhecimento da imprensa do papel de um departamento de comunicação corporativa de uma empresa. Todo esse bafafá em torno do novo blog da Petrobrás, onde eles tomaram a liberdade de publicar para seus públicos interessados todos os dados e notas oficiais que envia à imprensa como sugestão de pauta ou atendimento de pauta, mostrou claramente aquilo que o Professor Clóvis de Barros Filho defendeu na sua tese de Livre Docência na ECA-USP em 2007: o profissional jornalista acredita que ele é realmente um relator imparcial e exclusivo da verdade para a população e o profissional de Relações públicas é o grande protetor da transparência.

A verdade é que nosso atual contexto, e eu me refiro à algumas décadas, mostrou que jamais a imprensa foi a única fonte de informação de públicos interessados, quando um público (clica no link pq ele te leva para o post onde eu publiquei exatamente qual é a definição de público que a teoria de relações públicas usa e que eu adoto aqui no Gaveta) é ativo ele não aguarda a publicação dos dados no jornal, ele vai de encontro com a causa de sua problemática, portanto é óbvio a partir daí um profissional de relações públicas vê a oportunidade de criar um canal de comunicação direto com estes para minimizar ou ao menos escutar e se posicionar quando à situação apresentada (ou não, é arbitrário apesar da boas práticas). Alias, qualquer instituição tem total direito e liberdade de criar canais de comunicação para falar com seus públicos sempre que achar necessário

E ai vem o papel do profissional de RP, ele não tem a função de ser transparente, ele tem sim a função de tomar a decisão e montar a estratégia de como a empresa irá se posicionar frente a um questionamento, frente a uma opinião. E se ele é ativo, ele não é só transparente, ele é uma voz.

Os jornalistas de veículos tradicionais chocaram-se ao descobrir que eles são os únicos interlocutores da instituição (Até parece que eles nem perceberam de acabamos de fechar um dos maiores jornais do país semana passada). E a Petrobrás finalmente deu o 1º grande passo para o entendimento que seus públicos de interesse hoje tem acesso e faz uso pleno de n outro canais de comunicação para saber sobre a empresa e está sendo visionária ao preparar-se para as próximas gerações tem como fonte de informação uma tela branca com uma caixa de busca.

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Há dois fim de semanas atrás fui entrevistada duas vezes por universitários.
No sábado passei a manhã com o grupo do André Bernadi, estudantes de Design Industrial na Anhembi Morumbi gravando um videocast sobre sustentabilidade e mídias sociais. Até o final do semestre devemos ter esse vídeo para mostar aqui.

Já no domingo um grupo de alunas de Relações Públicas da Metodista, do 2º ano, me entrevistaram para uma pesquisa sobre a integração do profissional de RP entre seus pares e dentro as instituições que atua. O que me fez lembrar que, diferente dos publicitários e profissionais de marketing, os Rp’s pouco praticam networking, trocando cases, falando para eles mesmo e para o resto do mercado de comunicação. Ou seja, daí perdemos um bom espaço para contarmos o que somos, e somos nosso projetos! Cadê os projetos?

Vejo que algumas iniciativas veem surgindo, além das listas de discussão por email, como o caso do Horizonte RP, do Pedro Baldurquino, que hoje tem uma rede social em plataforma ning. É um começo para incentivar a criação de grandes fórum de debates, sem que sejam necesariamente os já frequentados coquetéis de associações para sorrirmos e nos estapearmos as costas.

Por fim, outro grupo de alunos da Universidade Medodista publicou no blog deles uma entrevista que concedi o ano passado, quando ainda estava na MAPFRE (assunto para outro post), onde conto como funciona a comunicação corporativa lá.

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> Relembrando meu tema de TCC – Avaliação e Mensuração de Resultados de Publicações Empresariais – defendido no 2007 na ECA-USP, o Update or Die publicou o resultado da categorização de conteúdo das revistas Wired, The Economist e Monocle.

> O Fabio Cipriani postou as observações sobre o que viu no The Next Web Conference. Dia 1 e Dia 2 .

> TOP 10 posts do blog do Luli.

> Case: A Tecnisa vendeu mais de 500 imóveis pela web. Info Online conta como (via @andreahiranaka)

> Da cobertura do Web Expo Fórum (que eu participei): Conteúdo atraente engaja pessoas.

> Retwittar: não sabe o que significa esse verbo e qual a importância dele? O Alex Primo explica. (@via Internet)

> Um ótimo vídeo sobre mensuração de resultados em Social Media (em inglês). Via @jeffpaiva

> Seth Godin: porque relações públicas são mais importantes do que publicidade

> Lembro que nas hora das perguntas no Painel que eu participei na Web Expo Fórum, alguém perguntou como usamos as mídias sociais para receber feedback e promover melhorias em produtos ou serviço. Esse artigo que eu recebi via @agenciafrog explica com mais detahes o que eu comentei lá.

#Twittaram

prblog

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Via muitas @’s no Twitter, recebi o artigo Relações públicas vence na era digital, do Clemente Nóbrega, colunista da Época Negócios.

Destaco alguns trechos muito familiares para mim, pois foram assunto de matéria do meu 1º ano de faculdade (Teoria e História de Relações Públicas, ministrada pela Profª Drª Maria Aparecida Ferrari, lá na ECA-USP).

Por isso, a estratégia de marketing mais básica da era digital é construir reputação.
Nota: estratégia de NEGÓCIO mais básica SEMPRE é construir reputação. Lembrem-se que as Relações Públicas já trazem resultados mesmo antes da era digital e se trabalhando públicos em n outras ferramentas de comunicação buscando a construção de uma boa imagem à instituição que a serve. Elas aplicam-se perfeitamente ao cenário da revolução. “In fact”, RP sempre ganha destaque em momentos de revolução: crises, globalização, conscientização ambiental…e inúmers outros momentos em que o teto de vidro pareceu bem mais transparente do que já é.

Propaganda é pagar para falarem bem de mim. É mais crível se falarem bem de mim de graça.
Nota: Creio que já falei isso em algum post aqui. Propaganda INFORMA, e o exemplo do Clemente: “Propaganda sempre será útil. Sem ela o mundo não terá como saber que você está fazendo uma promoção, ou que tem um modelo novo, ou que “basta apertar um botão”.” é genial. Relações Públicas FORMA, afinal, seu principal objetivo é influênciar e modificar comportamentos, opiniões e hábitos, ou seja, gerar mudanças (seja no contexto digital ou não).

Quer mais do mesmo? (e também muito bom)
O Professor Eric Messa, da FAAP também twittou um texto seu de quase 2 meses atrás sobre reputação, RP e digital.

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Ainda às voltas com paineis de RP 2.0 e Mídias na Publicidade, vamos ao papo de como estabelecer um relacionamento com os blogueiros, twitteiros e com as pessoas que tem perfil numa rede social!! (é, as ações mais badaladas costumam esquecer essas pessoas).

Tá, mais uma rápida explicação do trabalho de um relações públicas: trabalhamos para organizar as informações de nosso cliente/padrão para que ele se torne uma fonte confiável sobre um assunto. Ou seja, trabalhamos o conteúdo da empresa (institucional ou de produto/serviço) para que ele seja relevante para um determinado público. No caso da assessoria de imprensa, se consegue emplacar uma pauta se ela tiver dados de interesse do que enviar um release #mimimi.

Exemplo prático: uma seguradora pode fornecer suas estatísticas de quais são os problemas mais comuns que acontecem com os carros nas estradas que obrigaram um cliente a chamar um guincho e ainda acrescentar algumas dicas de cuidados preventivos para ficar parado no meio do caminho.
Percebe que isto é um tipo de informação que todo mundo quer saber? Tem a tão famosa RELEVÂNCIA. Para blogs vale a mesma coisa. Ao abordar um blogueiro para sugerir uma pauta (e como disseram na palestra de RP 2.0,
será que é um follow-up a melhor maneira de fazer isso?), ou criar um blog sobre determinado assunto, tem que se ter em mente que o que você tem a falar interessa para alguém. Ai sim você passa a ser acessado, buscado, linkado e comentado.

Olha como isso existe e é legal:

Cliente pensa: fabrico aveia. aveia faz bem, mas as pessoas acham que aveia é só para colocar em cima da sala de fruta e por isso não me consomem tanto. Ideias para midias sociais: fornecer receitas com aveia!

Cliente pensa: eu me preocupo com o meio-ambiente e quero incentivar pessoas a fazerem o mesmo. Ideias para midias sociais: juntar dicas de como ser sustentável em um blog!

Como achar o assunto relevante da marca? Muitas vezes ele está inserido no seu mercado (campanha Dove pela Real Beleza), nos seus valores (sustenabilidade), o objetivo do seu produto (receita de aveia – esse é legal para quando é necessário criar um hábito nas pessoas).

Agora uma coisa muito, muito mais legal do que fornecer informação é usar essas comunicades, esses blogueiros para serem porta-vozes da sua marca.  How? Lembra o que eu falei sobre as teorias de públicos? Uma comunidade sobre sua marca, gerada espontâneamente, é um público ativo prontinho para você se relacionar com ele! Só é preciso saber “chegar” neles direitinho, mas se for possível estabelecer um relacionamento maduro e estável como eles, se ganha parceiros e porta-vozes super confiáveis.

Agora, como estabelecer um relacionamento confiável e estável? Quem descobrir a fórmula vai ficar rico ou porque virou um expert uber em mídias sociais ou porque virou o melhor terapeuta de casais em crise.

(perceberam que aqui não foi citado em nenhum momento ideias do tipo “levar blogueiro para praia, patrocinar festa de aniversário, etc ;- P)

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Os painéis de Mídias Sociais nas corporações e o de RP 2.0 deveriam ser um só (pô, Edney!)

O painel de Mídias Sociais na Publicidade levantou a questão como lidar com os feedback negativos (exemplo recente foi a ação a LG). Te respondo: Relações Públicas.

Vamos lá contar outra historinha, desta vez sobre o que o RP faz. Nós respondemos os feedbacks negativos!

Sabe as reclamações que saem no jornal? Sabe os processos de propaganda enganosa? Sabe as crises na imprensa? Então, muitas vezes estão até por de trás do planejamento de call center!

Então, envolver um RP nas ações de mídias sociais por ser uma boa, porque querendo ou não temos um pouco mais de know how em gerenciamento de crise. Hoje no debate se falou muito em monitoramento das redes sociais para ver o que está se falando e responder algo se for necessário.

Lógico que o cliente vai se assustar porque a maturidade do cliente para lidar com reclamações 2.0 é exatamente a mesma que ele tem para reclamações offline. Cliente suuuurta com reclamação publicada. Ainda mais se for publicada sem a resposta dele. Quem segura as bombas e mininiza a dor da unha quebrada que cada reclamação causa é o departamento de comunicação. Então, no próprio cliente é recomendável que a área de rp também esteja envolvida na ação que a área de marketing está planejando na web 2.0.

O 2.0, mais do que nunca, pede equipe multidisciplinares nas agências e NOS CLIENTES! TI acaba entrando na história também, pois às vezes precisa se rever póliticas e outras questões de compliance.

Como o debate de hoje rendeu, ainda vou voltar aqui com outros posts sobre relavância de conteúdo para ações em blogs e relacionamento com blogueiros, RP e o Open Source Branding (para o @idman) e um pouco mais sobre gerenciamento de crise.

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