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Separei alguns links sobre o twitter (e recebidos pelo twitter), esse tão desejado pelo “que entendem de mkt” nas empresas.

– Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar): livro Juliano Spyer para baixar aqui já.

20 dicas infalíveis para sua empresa ter sucesso no Twitter, do IDGNow. (sabia que eu tenho alguns poréns com estes “infalíveis”, e se tu tiveres bom-senso também)

Brasil é 4º país que mais usa redes sociais – do Link

Como ICQ, Blogs e Twitter nos influenciaram?

Conversando com a @amnubie, refletimos que quando abrimos o twitter de alguma marca ou estamos lá pessoalmente representando alguma, nós estamos prestando um serviço. Antes ser uma mídia onde podemos falar que somos legais e nossos conteúdos são bacanas, o Twitter é mais um canal de atendimento ao público. Ir para as redes sociais é válido corporativamente quando é possível prestar um serviço.

Numa ordem “insightada” aqui, veja esses passos traçar um objetivo corporativo no twitter:

1º- Preste um serviço: monitorando e respondendo dúvidas e reclamações (o @houassis tá aqui para isso)
2º- Tenha postura de engajamento: Se falaram bem da marca, comentaram positivamente, dê o feedback e explique um pouquinho mais. Em 2 ou 3 tweets você pode contextualizar muita coisa.
3º- Se necessário seja legal e faça promoções e afins lá. Mas SÓ se você já estiver cumprindo o passo 1 e 2 bem, ok?

um dia vocês, gestor de comunicação está feliz e contente com os resultados do seu site corporativo ou blog corporativo. O número de visitas e page views satisfaz a você e seus superiores. Ai a sua (ou uma) agência digital vem lhe dizer que seu site/blog tem que estar mais bem posicionado nos resultados da busca orgânica do Google e que existe uma medida que você pode acompanhar para ter certeza que vocês está se tornando cada vez mais relevante dentro dos assuntos que você trata. Essa métrica é o PageRank. A tal da agência até te explicou como funciona esse cálculo, mas você não conseguiu visualizar.

Calma, o físico Chris Bishop que explica aqui.

Comentei aqui que participei da gravação de um videocast que fez parte do trabalho de conclusão de curso de uma turma de Design Industrial da Universidade Anhembi Morumbi e teve como tema a sustentabilidade. Parte o resultado deste trabalho está na TV Ingenium.

Participei do 3º episódio que esclarece o que é sustentabilidade, como o mercado empresarial a enxerga e como as iniciativas privadas, governamentais e não-governamentais (3º setor) podem engajar as pessoas nas causas de defendem (aqui que as mídias sociais podem entrar).

O entrevistadores são o Higor Franco e o André Bernadi. E a Letícia, repórter do Mercado Ético participa comigo do bate-papo.

Dizem os evangelista de social media que um bom viral, aquele que tem potencial para “viralizar loucamente”, tem que ter um toque de humor, tem que ter um link com algo super atual, e ter um elemento memético. (digita qualquer um desse termos destacados no google que você irá encontrar n posts com uma explicação sobre eles)

Assim foi a divulgação da turnê da Beyoncé em Londres.

E quando uma marca vai lá e se apropria dos mesmo elementos do viral anterior, faz uma paródia e ainda acrescenta o elemento absurdo?
Veja o vídeo que antecede o lançamento o celular do Samsung Jét:

E o mais interessante é ver que isso tudo e uma evolução que veio do “consumidor”, que foi imitado pela música (olha o exemplo de uns anos trás da banda Weezer). E que agora é “chupinado” pelas marcas.

Agora, como eu costumo afirmar, você é a empresa que quer “viralizar”, entenda o que está acontecendo nesse “mundo 2.0”, porque a regra é Copy Paste ou Die.

As Relações Públicas foi descoberta pela mundo (já cantava essa bola faz tempo) e agora faz parte da glamorosa festa da publicidade: Cannes.

Sim, a categoria de PR estreiou este ano, e trouxe uma grande surpresa: o Leão foi Brasileiro e foi um case de mídias sociais!

Minha leitura:
O case em questão: Mil Casmurros, da Globo e executado pela LiveAD é um ótimo exemplo daquela definição do Grunig e do Hunt que eu tanto cito: o principal objetivo das relações públicas é mudar hábitos, comportamento e opiniões.

Simplificando demais a minha leitura do case, mas nem por isso diminuindo a minha admiração por ele. A Globo ia lançar a série Capitu, baseada na obra do Machado de Assis. Ela tinha um dado na mão: brasileiro não lê. E tinha um problema: a produção iria manter o texto original do livro. Logo: vamos fazer o brasileiro ler Capitu e ouvir Capitu. GENIAL. A escolha pela mídia social aqui torna-se tática, e muito feliz. A cereja do bolo.

Percebe que ação foi na causa, atuou abrangendo o “campo semântico” do objeto a ser divulgado e não ele em si? Isso é pura Relações Públicas (Vale cutucar: projeto de publicitário, hello!)

Recomendo escutar o PodCannes com o Ian Black, que na época atuou no projeto do Mil Casmurros.

Ainda gostaria de chamar a atenção para os cases da categoria Titanium, separei aqui o do lançamento do novo Cd do Oasis, que também deve o objetivo de fazer as pessoas já “se acostumarem” com as músicas novas deste álbum desde o início.

A lista dos demais ganhadores está no Estalo. Notem que todas elas buscam alterar padrões de comportamento, habitos e de opinião. Pois é, agora não me parece fazer sentido premiar a melhor publicação empresarial, melhor vídeo institucional….

Assisti ao Roda Viva essa noite e fiquei de cabelo em pé!
Fiquei passada com a miopía e da falta de conhecimento da imprensa do papel de um departamento de comunicação corporativa de uma empresa. Todo esse bafafá em torno do novo blog da Petrobrás, onde eles tomaram a liberdade de publicar para seus públicos interessados todos os dados e notas oficiais que envia à imprensa como sugestão de pauta ou atendimento de pauta, mostrou claramente aquilo que o Professor Clóvis de Barros Filho defendeu na sua tese de Livre Docência na ECA-USP em 2007: o profissional jornalista acredita que ele é realmente um relator imparcial e exclusivo da verdade para a população e o profissional de Relações públicas é o grande protetor da transparência.

A verdade é que nosso atual contexto, e eu me refiro à algumas décadas, mostrou que jamais a imprensa foi a única fonte de informação de públicos interessados, quando um público (clica no link pq ele te leva para o post onde eu publiquei exatamente qual é a definição de público que a teoria de relações públicas usa e que eu adoto aqui no Gaveta) é ativo ele não aguarda a publicação dos dados no jornal, ele vai de encontro com a causa de sua problemática, portanto é óbvio a partir daí um profissional de relações públicas vê a oportunidade de criar um canal de comunicação direto com estes para minimizar ou ao menos escutar e se posicionar quando à situação apresentada (ou não, é arbitrário apesar da boas práticas). Alias, qualquer instituição tem total direito e liberdade de criar canais de comunicação para falar com seus públicos sempre que achar necessário

E ai vem o papel do profissional de RP, ele não tem a função de ser transparente, ele tem sim a função de tomar a decisão e montar a estratégia de como a empresa irá se posicionar frente a um questionamento, frente a uma opinião. E se ele é ativo, ele não é só transparente, ele é uma voz.

Os jornalistas de veículos tradicionais chocaram-se ao descobrir que eles são os únicos interlocutores da instituição (Até parece que eles nem perceberam de acabamos de fechar um dos maiores jornais do país semana passada). E a Petrobrás finalmente deu o 1º grande passo para o entendimento que seus públicos de interesse hoje tem acesso e faz uso pleno de n outro canais de comunicação para saber sobre a empresa e está sendo visionária ao preparar-se para as próximas gerações tem como fonte de informação uma tela branca com uma caixa de busca.

Esse foi um dos último projetos que toquei na MAPFRE junto com a Agência Click: O Maior Barbeiro Do Brasil

E explicamos como tudo aconteceu neste vídeo.

E o resultado é esse: